O projeto Memória situadas: a Casa do Benin na Bahia propõe investigar e colocar em movimento os atravessamentos históricos, técnicos e políticos que constituem o complexo cultural da Casa do Benin na Bahia. A Casa do Benin na Bahia foi inaugurada no ano de 1988, fruto de um projeto bilateral de aproximação cultural e comercial entre a prefeitura de Salvador e o governo do Benin. O surgimento da Casa do Benin se deu a partir da convergência de múltiplas forças e projetos, aglutinando ideias, interesses e disputas que buscavam difundir determinados ideários políticos e fortalecer as conexões entre as margens do Atlântico baiana e a africana. A concepção da Casa do Benin se relaciona com a trajetória da arquiteta Lina Bo Bardi e do fotógrafo e etnólogo Pierre Verger, que nessa ocasião retomaram as concepções de um projeto interrompido nos anos 60, a exposição África-Bahia, que seria realizada em parceria com Verger quando Lina era diretora do Museu de Arte Popular (Solar do Unhão).  A articulação de Arlete Soares foi determinante para o desenvolvimento e concepção do projeto, entre os anos de 86 e 88, assim como a atuação de Gilberto Gil como presidente da Fundação Gregório de Matos, órgão destinado à gestão cultural da prefeitura de Salvador.

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